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terça-feira, 26 de março de 2013

Mulheres

É tão fácil amar as mulheres por sua forma.

Em umas, amo o cabelo comprido, 


                                              Ludmilla Dayer

Em outras, amo a testa inteligente,


                                             Kate Beckinsale

Ou amo a cor dos olhos,


                                             Elena Dementieva

Ou amo a forma dos olhos, 


                                             Anne Hathaway

Ou amo o nariz,


                                             Amy Adams

Ou amo a boca, 

                                              Angelina Jolie

Ou amo o sorriso,


                                            Kamilla Salgado

Ou amo o queixo,


                                             Bar Refaeli

Ou amo a linha do pescoço,


                                             Audrey Hepburn

Ou amo determinadas partes do corpo,


                                             Elena Dementieva

Ou amo a forma sinuosa do corpo,


                                             Alessandra Ambrósio


Difícil, para alguns, não para mim, é amar não somente a sua forma, mas o interior. Para que fique fácil, não se prenda à defeitos insignificantes, mas às qualidades, e assim é possível amar como um todo quem tem pequenos defeitos, mas que com a alegria dela, anima nossa alma,


                                             Kamilla Salgado

Porque é fácil amar à quem não se enxerga defeitos,


                                             Elena Dementieva


Enfim, amar as mulheres é muito fácil, o difícil, para nós homens é conviver com as mulheres, perfeitas, imperfeitas, belíssimas, não tão belas, mas todas com uma graça que é exclusiva do sexo feminino. E a culpa de todos os fracassos dessas relações é nossa, por nossa incapacidade de compreender e aceitar esse ser misterioso que é a mulher.

terça-feira, 19 de março de 2013

Kamilla e o Tapete de Vagalumes.



Vinte e poucos anos atrás sofri uma desilusão amorosa que me levou ao estado de depressão. Minha irmã, para tentar me animar levou-me para sua fazenda no interior da Bahia para passar o feriadão do São João. Sem nenhuma animação e cansado de escrever trocentas poesias patéticas e desenhar trocentos ângulos da minha “alma gêmea” resolvi aceitar.

Em um final de tarde, perto do por do sol, estávamos eu, minha irmã e seu marido, meus sobrinhos e suas namoradas sentados na frente da sede da fazenda olhando para a montanha do outro lado, cheia de árvores. De repente algumas luzes foram se acendendo e apagando. Em poucos minutos se formou uma gigantesca esteira de vagalumes pairando sobre as árvores como um tapete voador de luzes pisca-pisca.  O tapete começou a descer a montanha, vindo em nossa direção em um espetáculo dos mais belos que já assisti na vida. E tudo o que pude pensar foi: “Que pena que ela não está aqui comigo para ver isso”. Aquele momento de beleza lírica perdia-se na minha depressão. Que desperdício.

Poucos dias depois de eu ter voltado do São João no interior da Bahia, recebi um convite para fazer uma pós-graduação no Rio de Janeiro, aonde vivi os próximos anos e os mais felizes da minha vida. Em menos de uma semana a natureza me brindou com um espetáculo visual (que apesar de não ter aproveitado no instante que se dera, graças a excelente memória visual que tenho, consegui guardar toda a beleza daquele momento) e recebi um brinde do universo, na forma de um convite, que aceitei para deixar de pensar no amor perdido, mas que terminou por me fazer encontrar os melhores anos de minha vida.

Por que me lembro disto agora? Porque estes dias tive uma grande decepção, não amorosa, mas social, ao perceber o quanto cruéis podem ser as pessoas com alguém tão cheia de qualidades apenas porque esta pessoa tem pequenos defeitos que são aceitos, por estas mesmas pessoas capazes de tanto ódio, em suas relações cotidianas. O que fizeram com Kamilla neste BBB realmente me abalou.

O que o tapete de vagalumes tem a ver com isso? Ora, eu NÃO acredito em coincidências, acredito em destino, não no destino programado, mas no realizado pelo dia a dia. Após ter associado a visão do tapete de vagalumes ao universo me oferecendo a possibilidade de ser feliz, toda vez que algo me abala, eu apenas sento, REVIVO a sensação de ver o tapete voador de vagalumes se formando, descendo a montanha e apenas espero. Espero que o Universo novamente conspire para me trazer um momento de felicidade compensatória. E o Universo traz, sempre traz.

Então, abalado pela covardia das pessoas contra esta menina que é capaz de andar no arco-íris procurando seu pote de tesouro que não é preenchido de moedas, mas de felicidade, parei, sentei, REVIVI o meu tapete voador de vagalumes e agora estou à espera. Da compensação do Universo.

sábado, 9 de março de 2013

BBB do Bullying.



Este será o meu último post sobre BBB. Não me importam mais o desenrolar do jogo e quem vença ou perca, apesar de torcer por uma participante e ainda votar pela sua permanência. Caso ela vença ou não, nada mudará o que se passou. E o passado deste BBB é infame, monstruoso e desalentador quando se analisa as características de uma sociedade que permite tamanha agressão a uma única pessoa.

A menina Kamilla, mal entrou na casa, sofreu uma enxurrada de críticas de TODOS os outros participantes, com talvez a exceção de Fani. Nem posso garantir porque apesar de ter dedicado algum tempo a assistir este BBB, não assisto muito por ter muitas outras coisas a fazer.  Mas no “tanto” que assistia havia uma constante: A Kamilla sendo criticada em conversas. Até mesmo Fernanda, uma das futuras “amigas” de Kamilla, logo no início criticou a Kamilla para as outras moças, no quarto do líder, referindo-se as “batidas” de cabelo, gesto que depois ela mesma passou a fazer. E essa foi a menor das críticas feitas a Kamilla. Com o participante Ivan liderando a prática do Bullying contra Kamilla, com o tempo as agressões morais foram se acentuando, aumentando-se o teor ofensivo até chegar ao cúmulo do participante Yuri ter ferido a lei deste país ao insinuar que Kamilla seria portadora de doença sexualmente transmissível.  E o pior, nenhuma medida legal foi tomada quanto a isso.

Se o Bullying praticado pela casa, per si, seria revoltante, o que dizer da mídia Globo, que no site oficial distorcia tudo o que acontecia com a participante paraense tornando-a “vilã”? Até mesmo a expressão égua, inofensiva no Norte e Nordeste foi veiculada por esta mídia como uma agressão da nortista. Tudo isso com o ranço do preconceito regional. Juntem-se as distorções feitas pelo site oficial com as edições tendenciosas das transmissões pela TV. Junte-se a convocação de “especialistas” a darem diagnósticos sem terem sequer consultado a diagnosticada, publicada no site oficial do BBB. Junte-se o reforço dos blogs de BBB “linkados” pela mídia Global, infelizmente apoiada por outras, na agressão incessante contra a menina Kamilla e temos a receita do monstruoso BBB (Bolo Bullying Brasil), feito nos fornos da Globo, para alimentarem a fome de mentes patológicas por este Brasil afora.

Por conta disso já deixei de assistir ao BBB e estou acompanhando os acontecimentos apenas pela leitura de minha Timeline do Twitter. Votarei apenas no paredão em que a vítima deste Bullying monstruoso, Kamilla, estiver presente, e na sua imerecida saída, se acontecer, deixarei de comentar qualquer coisa relacionada ao BBB no Twitter ou aqui no blog. Posso voltar a escrever sobre Kamilla, mas não mais relacionada ao BBB. E quanto ao Bolo Bullying Brasil, que provoque indigestão em quem se delicie com ele.

terça-feira, 5 de março de 2013

A Palavra e o Símbolo.




Como marinheiro no Twitter, tenho observado que o poder da palavra tem sofrido constantes reveses. A palavra, por si, pode ter um longo alcance na compreensão do seu significado, mas este alcance será sempre limitado pela palavra em si. Por outro lado, estas mesmas palavras quando aderidas a um significado simbólico tornam o seu alcance limitado apenas pelo poder da imaginação. 

Um exemplo: Ontem, no BBB, Pedro Bial lançou um desafio: “Quem você escolheria para ir a uma final com você”. Pelo simples significado das palavras, as respostas não deveriam “ferir” os sentimentos daqueles que foram “rejeitados” pelo participante. No entanto, na hora da resposta da participante Fernanda. Bial fez um adendo a pergunta cheio de significado simbólico: “Você está diante da escolha de Sofia”. Isso transformou a resposta da Fernanda de inofensiva a potencialmente bruta. A intervenção posterior de Bial tornou esta brutalidade monstruosa: “Kamilla, Fernanda não quer você na final” Esta frase potencializou a brutalidade da resposta no seu significado simbólico. Kamilla com sua extraordinária cultura, muito possivelmente compreenderia todo o significado simbólico por trás das intervenções do Bial.

A “Escolha de Sofia” refere-se ao livro de William Styron adaptado e dirigido no cinema por Alan Pakula com a interpretação única e com certeza a maior interpretação feminina de todos os tempos da Meryl Streep no papel de Sofia. Sofia era uma prisioneira de Auschwitz que teve que escolher entre o filho e a filha sobre quem iria para um campo de trabalhos forçados (e uma possibilidade de sobrevivência) e quem iria para a câmara de gás (a morte certa). Ou seja, a escolha de Sofia se resumia a uma escolha entre a vida e a morte entre suas duas crianças.

A pergunta do Bial, com este adendo simbólico deixou de ser um simples “quem você escolhe para ir a final com você?” para ser “Quem você quer que viva (permaneça no BBB) ou morra (saia do BBB)”.

Kamilla, cuja inteligência deve beirar, se não ultrapassar, a linha da genialidade, com a sua cultura (confirmada hoje quando Kamilla disse que a escolha foi de morte da filha), acusou o golpe desferido pelo simbolismo da pergunta do Bial associada a resposta desfavorável a ela dada por Fernanda. A mesma Kamilla que escolheria Fernanda para a vida, sem piscar os olhos, ouviu a preferência clara, e de certa forma lógica e esperada, pelo André, seguida de uma desculpa esfarrapada de repartir o anel em três, ainda incluindo a Andressa. Ao fim, para Kamilla significou apenas que Fernanda nem piscou antes de deixa-la para a “Morte” a levar.

Enfim, a brutalidade da pergunta, com todo o seu adendo simbólico, foi uma das maiores agressões psicológicas que já vi em algum programa de televisão de ficção ou reality show. Kamilla reagiu, erguendo-se do barro de bravura do povo Nortista, assimilou o golpe, isolou-se no quarto do líder e refletiu. As decisões que esta menina tomar, qualquer que sejam, terá o meu respeito e apoio. Eu, como nordestino, me junto aos irmãos do norte, no orgulho por essa representante que está nos dando diariamente um exemplo de inteligência, cultura e sensibilidade jamais vista em qualquer reality show.

Parabéns Kamilla, simplesmente por existir. Parabéns, povo do Pará, por ter representante tão digna a nos mostrar que as nossas diferenças nos fazem mais semelhantes.  Que uma pessoa de extrema beleza externa com um interior de intensa luminosidade não é personagem de ficção, mas real. Que tem defeitos, mas eles se tornam irrelevantes diante de suas qualidades.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

O Enigma da Esfinge.




Vou aqui escrever um pouco sobre o casal real. Apesar deste começo irônico, porque não acredito em contos de fadas e acho muito infantil referir-se a um par de BBB como casal real. Quando eu os chamo assim, o faço por ironia, não com eles, mas com a denominação.

Se na Kamilla eu enxergo a participante mais inteligente e com maior percepção do jogo, o par André e Fernanda eu vejo como os maiores jogadores, não no sentido negativo da palavra, afinal o BBB É um jogo. Uma espécie de “War” aonde os dados são os votos do público e a conquista final não é o mundo, mas um milhão e meio de reais.

A Fernanda, para mim não é uma princesa e sim uma Esfinge egípcia. Decifra-me ou te devoro. André a decifrou. Fernanda entrou no jogo ligada a uma santa personagem autora das jogadas mais rasteiras desta edição e encantou-se pelo André. O chamou de príncipe obviamente revindicando para si o título de princesa e uma caralhada (inspirado em Kamilla) de adolescentes e até senhoras de idade que acreditam em contos de fada compraram esta estória. O próprio André não comprou. Apesar de aparentemente gostar de Fernanda (eu acredito que sim, mas não estou dentro da cabeça de ninguém para saber o que sentem) preferiu manter uma história entre DRs (discussão de relacionamento), reconciliações e amizade.

Fernanda joga com a tática do não conflito à exceção do conflito amoroso com André, talvez para assumir o papel de vítima, ou qualquer que seja a intenção, que apenas ela pode saber qual. No momento que precisou mostrar ser amiga da Kamilla, o fez, mas também sem deixar de dar uma queimadinha básica pontuando os defeitos da amiga. E assim vai levando o jogo como uma esfinge indecifrável para quem está aqui fora e que terá como consequência DEVORAR o prêmio. Fernanda é a franca favorita para vencer esta edição.

Correndo por fora está o seu “consorte” André. Observador, inteligente ao nível da Kamilla e talvez por isso haja uma identificação entre os dois, Andre vai construindo o seu jogo de forma cavalheiresca e elegante. Evita os conflitos mas sem medo de comprar briga. Quer se dar bem com todos, foi o primeiro dos novatos a tentar conseguir uma aproximação com os veteranos, inicialmente com Yuri, para perceber se havia ali uma combinação de votos. Percebeu a combinação entre Nasser e Ivan e vem tentando proteger as damas Kamilla e Fernanda, fortalecendo sua imagem cavalheiresca. Vamos ver no domingo se consegue. Se conseguir dará um imenso passo para disputar o prêmio com sua consorte Fernanda.  

O único risco a André está nos movimentos de Natália. As adolescentes que encaram o BBB como contos de fadas ficaram revoltadas com a proximidade dele com a Natália. Ele foi muito criticado por ter se enroscado em festa com a Natália. Mas o que ele poderia fazer? Ele não se enroscou com ela, Natália se enroscou nele. André, de forma mais inteligente que o Elieser com Marien, sabe que uma mulher rejeitada pode ser uma bomba ambulante, então ficou na dele. Não torna a Natália inimiga, mas também não dá corda e já deu umas indiretas bem diretas que não a tornaram sua inimiga, mas que evitou uma maior tentativa de aproximação da fogosa gaúcha.

A minha impressão é que o jogo se resolve na resolução do enigma da esfinge Fernanda, se o André, de fato, já decifrou e vai usar isso no momento certo, ou se o público, por si, decifrará. Caso contrário, como já disse, a esfinge devora o prêmio.  

Kamilinha Hoje.


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Shakespeare e o BBB




A questão da educação na experiência da própria vida é de tamanha importância que jamais poderá ser mensurada. O conhecimento de experiências alheias, porém com o comprometimento pessoal que se dá na leitura de um bom livro pode se tornar bastante útil na vida.

Fernanda, a advogada do BBB, talvez por vício de profissão, está sempre a defender suas amigas no BBB, lembrou-me uma frase de Shakespeare :  "Guarda teu amigo sob a chave de tua própria vida." .

Infelizmente a Fernanda pensa que Andressa é sua amiga, e com isso acaba defendendo quem não merece e o faz por ingenuidade. Se tivesse lido “Hamlet”, talvez por associação, tivesse a experiência necessária para evitar-lhe o desgaste de defender a quem não merece.

Em Hamlet, Polonius diz a seu filho Laerte, de partida para a França, logo no início da peça: “Ainda aqui, Laertes? Para bordo! O vento se acha a tergo de tua vela; já te reclamam. Vai com a minha bênção, e grava na memória estes preceitos: Não dês língua aos teus próprios pensamentos, nem corpo aos que não forem convenientes. Sê lhano, mas evita abastardares-te. O amigo comprovado, prende-o firme no coração com vínculos de ferro, mas a mão não calejes com saudares a todo instante amigos novos. Foge de entrar em briga; mas, brigando, acaso, faze o competidor temer-te sempre. A todos, teu ouvido; a voz, a poucos; ouve opiniões, mas forma juízo próprio. Conforme a bolsa, assim tenhas a roupa: sem fantasia; rica, mas discreta, que o traje às vezes o homem denuncia. Nisso, principalmente, são pichosas as pessoas de classe e prol na França. Não emprestes nem peças emprestado; que emprestar é perder dinheiro e amigo, e o oposto embota o fio à economia. Mas, sobretudo, sê a ti próprio fiel; segue-se disso, como o dia à noite, que a ninguém poderás jamais ser falso. Adeus; que minha bênção tais conselhos faça frutificar”.

Os ensinamentos que temos neste pequeno trecho são de utilidade para a vida inteira, mas se levados para o jogo do BBB, poderia ser a chave para a vitória. Se pertencesse a família de Kamilla e Fernanda, se permitido, seria este trecho de Shakespeare que enviaria na carta do anjo.

Por isso sempre digo aos meus filhos: "Vocês podem ganhar experiência com a vida, e devem fazê-lo. Mas não ignorem os ensinamentos que as grandes obras da literatura são capazes de vos proporcionar".


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Como se chama?

Isso se chama Alegria:



Isso se chama Simpatia: 



Isso se chama Simplicidade:



Isso se chama Harmonia:



Isso se chama Elegância:



Isso se chama Sex-Appeal:



Tudo isso junto se chama:



Kamilla.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

A Miss Simpatia.


Hoje vi em um texto uma citação de Clarice Lispector: “E a doçura é tanta que faz insuportável cócega na alma. Viver é mágico e inteiramente inexplicável”.

Pensei no personagem Kamilla do BBB13. Considero todos os indivíduos que entram no BBB como personagens. Os participantes são escolhidos não pelas suas peculiaridades de seres humanos, mas por suas semelhanças com personagens. Tanto que muitas vezes os personagens se repetem: A moça atrevida, a moça ingênua e alienada, o rapaz garboso, o rapaz invejoso. Rapazes e moças sem papas na língua, rapazes e moças falsos. E por causa disto, muitas associações são feitas entre BBBs atuais e ex-BBBs. Esquecem-se das trocentas peculiaridades diferentes entre estes participantes e se lembram de apenas duas ou três semelhanças. E eu prefiro que seja assim. Explico: O BBB é um jogo de julgamento popular. Divirto-me no Twitter, julgando e “malhando” os personagens, não me sentiria bem fazendo-o com seres humanos cujo comportamento não me afetam ou ao bom andamento da sociedade, como os assassinos, homicidas culposos (motoristas bêbados) e os agressores de crianças. Esses eu julgo e “malho” como indivíduos porque sequer os considero seres humanos.

Por que a frase de Clarice Lispector “E a doçura é tanta que faz insuportável cócega na alma. Viver é mágico e inteiramente inexplicável” me fez lembrar a “personagem” Kamilla? Porque esta menina vive sorrindo como se sua alma estivesse sob constante ataque de cócegas. Passa o dia cantando a sua imensa felicidade como se estivesse vivendo um momento mágico e apesar de estar observando e por vezes sentindo a inveja que desperta, ela não se dá por vencida e continua a sua rotina de felicidade. Ainda vai sofrer na casa porque ninguém é imune ao sofrimento e vai perceber como pode ser dolorida a convivência com “personagens” répteis. E mesmo assim, ela estará lá, sorrindo pelas cócegas na alma, cantando a sua felicidade. Parabéns a personagem Kamilla, ou a atriz, Kamilla Salgado, já que muitas vezes, a personalidade da atriz/ator assume irremediavelmente a condução do personagem no roteiro da novela BBB.